27 de jun de 2015

O sete-lagoano não merecia coisa melhor?!

Terminal de Transporte Coletivo made in Sete Lagoas...

Várias cidades têm se esmerado na construção de seus equipamentos públicos. Estações de transbordo, terminais de transporte coletivo, de maneira geral, têm sido objeto de projetos primorosos. Mas não em Sete Lagoas! Aqui, numa esplanada cênica, num ambiente urbano fantástico, a Prefeitura foi capaz de construir uma central de pontos de ônibus indescritível! Não apenas do ponto de vista estético, mas, sobretudo, do ponto de vista do [des]conforto do cidadão. Francamente: o sete-lagoano não merecia coisa melhor?!

Para não comparar com projetos de estações similares de cidades maiores, eu me lembrei de estações que visitei, há poucos anos, quando viajei a trabalho pelo interior do país. Elas são comuns e, frequentemente, muito bem planejadas, como em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, que acaba nos oferecendo um contraponto de arrasar. O que o cidadão de lá tem que o daqui não tem?

...e um contraponto com o Terminal de Transporte Coletivo de São José dos Pinhais!

5 comentários:

VIGIA NOTURNO disse...

Isso é o que deveria ter feito aqui e não aquela porcaria que estão colocando lá que no final pode ter certeza que a passagem do coletivo será aumentada alegando os gastos pela construção. Mudar é preciso e para melhor já que o repetitivo politico da cidade não faz nada.

Anônimo disse...

E o secretário de Trânsito?!?!
O que faz pela educação no trânsito?
E as faixas de pedestres do centro que nunca estão pintadas?
E o monte de funcionário à toa?
E o tal do Jairo que faz alterações no trânsito e tem ensino médio?

Lamentável Sr. Prefeito;;;

Blog do Flávio de Castro disse...

Comentários críticos são sempre bem-vindos. Comentários anônimos desinformados, não. Em razão disso, para evitar um clima de provocação que já grassou por aqui, em tempos passados, esse blog volta a ter moderação de comentários.

Antes um esclarecimento. Como secretário - por um ano e meio - do governo passado, eu jamais tive conhecimento, nem muito menos participação nessa obra. Por dois motivos. Um, porque obras desse tipo não eram da alçada da Secretaria de Planejamento. Outro, porque, quando essa obra iniciou-se, eu já nem era mais secretário.

Anônimo disse...

Flávio,
Eu não entendo muito... mas essa obra foi feita com recursos federais? E para liberá-los não é necessário um projeto aprovado? Se a obra iniciou no governo passado, pode-se entender que o projeto já estava aprovado, não? Assim, com todo o seu conhecimento, seria possível alterar um projeto já em execução? E quem pagaria a conta? Caso o projeto aprovado não fosse concluído, o Município teria que devolver o dinheiro até então investido?
Olha, sinceramente, eu acho que esta matéria deveria ter sido postada a mais de três anos atrás... Pq se a obra do jeito que está sendo realizada não é interessante... seria melhor que não tivesse nem sido aprovada pelo governo federal... e iniciada pela prefeitura... era melhor continuarmos nos muros da casa do Bispo...

Blog do Flávio de Castro disse...

Anônimo,

O que você está indagando é sobre a culpa pela tragédia. O que muito provavelmente tem a ver com o governo passado, também. Mas esse não me parece ser o ponto. O meu interesse foi ressaltar o baixo nível com que nos acostumamos a tratar os equipamentos públicos em Sete Lagoas.

Sobre "esta matéria deveria ter sido publicada há mais de três anos" tem aí um problema: há três anos não se tinha fotos e não se conhecia, concretamente, o resultado final!

Mas há três anos, não, há quatro anos, já se podia, sim, vislumbrar o futuro porque se tinha o projeto que eu tive oportunidade de ver e, diante dele, de me surpreender negativamente. Tanto que eu escrevi um artigo a respeito, publicado no SETE DIAS no dia 23/06/2011, sob o título 'Dúvidas não faltam...'. Sem foto pra provar, acho que ninguém leu ou quem leu não acreditou no que eu dizia.

Vou republicar o artigo pra você ler ou reler.

Abs, Flávio