10 de jun de 2014

A sorte só escolhe os bons

Depois do GP do Canadá, eu fiquei me perguntando se o Felipe Massa é mesmo um cara azarado. Ou se, mais do que azarado, ele é um piloto não suficientemente bom para atrair a sorte. Para a expectativa que se criou em torno do bom desempenho das Williams no circuito Gilles Villeneuve, ele não se saiu tão bem assim no grid, apenas em quinto lugar e, diga-se, atrás de seu companheiro Bottas. Na largada, pareceu que ultrapassaria Bottas, mas também não foi tão bem assim. No primeiro box, mais um erro de equipe, sempre com ele. Aí veio uma corrida de recuperação, em que, de fato, ele mostrou para a sorte que valia a pena acreditar nele. Mas a sorte não lhe deu bola. Na última volta, deu-se o que se viu, no enrosco entre ele e o mexicano Sérgio Pérez. Eu jurava que Massa é quem tinha atropelado Pérez, mas os fiscais de prova acharam que o mexicano foi quem mudou a linha de pilotagem e causou a pancada. Vi e revi o vídeo e não estou tão certo assim. Acho que a sorte também não ficou muito convicta e preferiu não tomar partido ali. Que coisa!

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