28 de out de 2013

Papo de cruzeirense

Continuando a filosofia de buteco sobre futebol e Cruzeiro, pra mim, o melhor da vitória sobre o Criciúma foi o fato do desenrolar da partida ter levado o Marcelo Oliveira a rodar o time, a usar o banco. Marcelo vinha sendo muito inflexível nisso; muito apegado à sua formação 'ideal', mesmo quando os jogadores começaram a cair de produção. Mas dessa vez, já na escalação inicial, ele foi obrigado a entrar com Dagoberto no lugar de Ricardo Goulart; Henrique, no de Nilton; e Leo, no de Bruno. O resultado adverso, ao final do primeiro tempo, e a expulsão de um jogador adversário, logo no início do segundo, fizeram que ele fosse além e usasse uma formação mais agressiva - que não é sustentável sempre -, mas que, nas circunstâncias, funcionou bem, com 5 meias-atacantes e atacantes [com a entrada de Júlio Batista e Elber nos lugares de um atacante - William -  e de um voltante - Henrique]. Ao final, o jogo deixou uma boa lição: é possível sim renovar o time para superar o estado de esgotamento dos profissionais, nos últimos jogos, ao final de um campeonato muito longo.

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