21 de abr de 2013

Bahrein

Eu gosto desse GP do Bahrein. Primeiro, porque o circuito é danado de bonito. Segundo, porque é o circuito onde se vê mais ultrapassagens na F1, atualmente. Hoje, Vettel deu um passeio. Arrombou a porta do primeiro lugar, na primeira volta, e mudou-se para lá de mala e cuia. Correu sozinho. Com o azar da Ferrari [que viu seus pilotos irem para o fim do pelotão; Alonso com problema na asa traseira e Felipe com dois furos no pneu traseiro direito], o protagonismo ficou por conta das equipes médias: Lotus e Force India [quem diria?]. De fato, treino é treino, corrida é corrida. A Mercedes, que foi bem, ontem, foi mal hoje. A Lotus, que foi mal ontem, brilhou hoje. A pergunta que fica é a seguinte: são as equipes de ponta que estão perdendo terreno ou são as médias que estão avançando?! Suspeito que a primeira opção seja a verdadeira e a F1 esteja se nivelando por baixo. A diversão dessa manhã de domingo ficou por conta dos pegas: Button versus Pérez [uma briga interna da McLaren], Hamilton versus Webber, Pérez versus Alonso... Aliás, o Pérez parece que resolveu tirar a limpo essa história de que é o pior estreante numa McLaren e atravessou a faca na boca. Tudo bem que com uma McLaren, hoje em dia, não se vai muito longe, mas que, pelo menos, ele fez a festa, lá isso ele fez...

2 comentários:

Frederico Dantas disse...

Gosto muito de F1, mas esse ano ainda não consegui prestar muita atenção. Mesmo nesta última corrida, em horário mais honesto, me peguei fazendo outras coisas enquanto "assistia" à prova.

Por outro lado, estou gostando muito da MotoGP, que sempre teve atenção reduzida da minha parte. Assisti às duas primeiras corridas do ano e foram muito boas. A entrada do novo prodígio espanhol de cara numa boa moto - Marquez - junto com o retorno do Rossi numa moto competitiva, tem sido um tempero especial nesta temporada que já conta com grandes nomes.

Blog do Flávio de Castro disse...

Fred,

Vou insistir novamente na MotoGP. Mas confesso-lhe que, no início da carreira de Valentino Rossi, há uns dez anos, eu tentei, gostei, mas não o suficiente para me tornar um apaixonado. Sobre a F1, eu acho que a paixão acabou e ficou a compulsão; que é pior [rs]!

Abs, Flávio