14 de dez de 2012

'Cidade Aberta'

Um pacto para a saúde

Eu continuo aproveitando esse final de ano para debater algumas agendas públicas para Sete Lagoas. Ao falar de uma agenda para a governança, no artigo passado, eu levantei três questões consensuais: a necessidade de uma profunda reforma administrativa, de reorganização do quadro de servidores e de reordenamento do orçamento municipal. Na coluna desta semana, insisto nesse último ponto: não há como equilibrar o orçamento do conjunto da Prefeitura se não se equilibrar o financiamento da saúde. A saúde drena todo o recurso discricionário e impede que outras funções públicas avancem: a cultura, o esporte, o planejamento urbano, o turismo, o meio ambiente e por aí afora. Pode parecer brincadeira, mas é um fato real: há anos, essa questão do orçamento da saúde, ao invés de caminhar na direção de um acordo estratégico dentro do governo - ainda que seja necessário o aumento de investimentos, agora, para viabilizar uma gestão mais econômica, à frente -, é objeto de uma queda de braço sem fim entre os secretários da pasta e o da Fazenda, sob o olhar inerte do prefeito. Isso precisa mudar! O SETE DIAS  está nas bancas. A coluna Cidade Aberta pode ser lida, em sua versão digital, AQUI.

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