18 de nov de 2012

O radical Ferlinghetti

Lawrence Ferlinguetti [1919] ganhou a capa da Ilustrada da Folha de ontem. Vocês leram?! Confesso que nunca li nada desse radical incorrigível. O cara tem uma história de vida impressionante. Esteve na 2ª Guerra, em Nagasaki pós-bomba, acendeu o pavio da geração beat, esteve também com Fidel em 59, em Paris em 68, em Woodstock em 69, com os sandinistas na Nicarágua e os zapatistas no México... Com mais de 90 anos, esse nome da contracultura continua radical. Para os que se interessarem, leiam  as matérias 'Quanto mais radical melhor', AQUI; e 'Não fique sentado, estúpido', AQUI.

[Ferlinguetti em frente à livraria que abriu em 1954 que lançou expoentes da geração beat]

No Brasil, o único livro disponível de Ferlinguetti é “A Coney Island of the Mind” [1958], traduzido com o título de “Um parque de diversões da cabeça” [L&PM Pocket, 200 págs., R$17].

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