10 de out de 2012

Eleições I: BH [Olegário, 1.300]

A campanha Patrus teve vários comitês. O centro nervoso foi o comitê da Olegário Maciel, 1.300. Foi a trincheira. Ou uma delas. Isso por razões óbvias. Ali, funcionaram, pelo menos, cinco áreas estratégias: a coordenação de agenda, a coordenação de comunicação, a imprensa, a coordenação do programa de governo e, aonde eu me integrei, a coordenação de informação. Além de dispor de uma sala de reuniões para o candidato e uma sala para o coordenador geral. A campanha é, por definição, um negócio muito intenso. As demandas são dinâmicas e as respostas precisam ser imediatas. Em pouco mais de dois meses de convívio, você aproxima-se e estabelece relações de interdependência com pessoas que já conhecia, que sabia de ouvir dizer e que nunca tinha visto mais gordo. Independente dos estilos e idiossincrasias pessoais, é preciso interagir e produzir. O resultado final é inevitável: a formação de uma equipe muito compacta e interativa. Eu queria que esse fosse o meu primeiro post sobre as eleições: uma mensagem de agradecimento a todos os que, com muita fibra, viveram comigo os duros dias passados na Olegário, 1.300. Dias que se sucederam de tensão, de expectativa, de esperança, de risos, de stress, de enfrentamento e de solidariedade. Dias inesquecíveis. Acho que, sem esquecer um único, sou capaz de dizer um-a-um o nome de todos que ali estiveram, dos coordenadores, de suas equipes, dos motoristas, das copeiras e das telefonistas; mas vou evitar ser traído pela memória. Se perder é sempre difícil; tão difícil quanto foi assistir a partida de cada um desses 'velhos' amigos. O desmonte do comitê, na manhã do dia 08, foi um momento de tristeza profunda. A todos, muito obrigado!


"Nós, os derrotados, somos invencíveis"
Paris, 1968

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