29 de jul de 2012

Tédio húngaro

A F1 encerrou sua primeira fase e entrou em férias com uma corrida pra lá de entediante. Nem na pista nem nos boxes, nada de interessante. Como destaques apenas o bom desempenho dos dois pilotos da Lotus e de Bruno Senna, na Williams.


A temporada passou de sua metade revelando ser a temporada dos pneus. Nem a badalada asa móvel foi capaz, até o momento, de desbancá-los. A mais, como bem insiste Claret, está sendo a temporada Santander: Fernando Alonso, sem ter um grande carro, fechou esse primeiro ciclo na liderança, com uma razoável vantagem de 40 pontos sobre Webber, o segundo colocado [164 a 124]. Para uma temporada em que nenhuma equipe se destacou e em que se viu um nivelamento de pilotos por baixo, 40 pontos é uma diferença e tanto. Com míseros 25 pontos e desempenhos sempre lamentáveis, Massa parece estar se despedindo da categoria. O outro brasileiro, o Bruno Senna, embora muito criticado, na minha opinião, não tem fugido à regra da falta geral de grandes talentos: foi até sempre mais equilibrado do que o seu companheiro Maldonado, que teve um instante de glória - com uma pole e uma vitória - e depois só fez besteiras. Pelo menos para mim, a grande surpresa desses 11 GP's disputados foi a queda de rendimento da RBR [ainda que detenha a liderança da classificação de construtores] e, mais, dentro dela, da de Vettel, com uma vitória e dois pontos a menos que seu companheiro de equipe. Para os torcedores renitentes, um descanso até setembro...

Um comentário:

Frederico Dantas disse...

Este GP normalmente é um saco. Num final de semana olímpico nem me dei ao trabalho.