12 de abr de 2012

Campo Grande

Eu não conhecia Campo Grande e não posso falar que conheço. Cheguei à cidade no meio da tarde e fui, diretamente, para uma visita ao centro local de população de rua e migrantes. Mas, pelo pouco que vi, fiquei impressionado com a sua beleza. Tem uma amplitude maravilhosa. E tem ares de uma metrópole jovem e moderna. O que tem de parques é fantástico. O Parque das Nações Indígenas é imenso e muito bacana. Tem uma mata respeitável. O Horto é mais urbano, mas não menos bonito. E as ruas são muito arborizadas. 

As duas primeiras fotos mostram a Avenida Afonso Pena, a principal da cidade; a seguinte, a via ao lado da mata do Parque das Nações Indígenas; e a quarta e a quinta, os ipês floridos [ou não seriam paineiras?!] da Avenida Ricardo Brandão. A última foto é, especialmente, para o Ramon Lamar. Veja, Ramon, o trabalho dos biólogos da Prefeitura para tentar salvar uma árvore comprometida por cupins. Disseram-me que ela era muito maior, mas teve podada as partes danificadas. Estão, agora, tentando recuperar a base estrutural da árvore. O que lhe parece?!






6 comentários:

Ramon Lamar disse...

Árvores em praças podem ser recuperadas. Não custa tentar. No mínimo, é um belo exemplo da necessidade de preservação do verde. Aqui, na terrinha, a moto-serra vence a luta. Estou por postar algumas imagens mostrando a quantidade de árvores que foram suprimidas sem substituição aqui no centro de SL.

Blog do Flávio de Castro disse...

Ramon, e veja: essa árvore está no canteiro central da Av. Afonso Pena. Como ela, há uma infinidade. Nem por isso, ela se tornou menos importante. Aliás, esse canteiro central era área de estacionamento e pontos de táxi. Isso sim foi eliminado e o canteiro alargado e gramado. É uma beleza. Pena que tinha pressa e, nesse momento, só pude fazer fotos de dentro do carro...

Ramon Lamar disse...

Flávio, não percebi que era um canteiro central alargado. Melhor ainda. Mostra a clara intenção de preservar a árvore e dar o exemplo. Muito obrigado por enviar essa imagem. É muito emblemática das coisas que passamos por aqui...

Ramon Lamar disse...

Ou melhor... das coisas que deveríamos passar por aqui...

Blog do Flávio de Castro disse...

Ramon, mais um pedido. Esclareça-me, por favor, as árvores floridas são ipês ou paineiras? A turma de lá me apresentou essas belezas como ipês, referindo-se, inclusive, à floração, depois, dos amarelos. Ao ver, pelo tronco, pensei comigo: são paineiras! Mas fiquei calado. A Tiza, minha mulher, é arquiteta, mas por paixão, é um tanto bióloga. Ao ver, antes que eu perguntasse, sentenciou: - Flávio, não são ipês. São paineiras! Ou melhor, lendo nas entrelinhas, ela disse: Flávio, deixa de ser desavisado, não são ipês. São paineiras! Concordei imediatamente, claro! E então?!

Anônimo disse...

Caro Flávio, se me permite, esclarecer a sua dúvida, mas as árvores floridas são paineiras mesmo, como você pensou.

Campo Grande, uma cidade em crescimento, mas que mantém a beleza paisagística em seus canteirs centrais, praças, etc. Aqui, a regra é crescer e ver o que dá para preservar, posteriormente.

Os gestores precisam se espelhar melhor em exemplos de desenvolvimento e não de crescimento.

Rodrigo Assis