3 de fev de 2012

Céu de Brasília


O céu de Brasília sempre foi um show a parte. É o maior ceu do mundo. Nesta semana, deu um grande espetáculo que virou um sucesso no Facebook. Desde quarta, quando cheguei aqui, infelizmente, ele se resguardou. Céu nublado. Tempo frio...

4 comentários:

Carlos disse...

Itabira do Mato Dentro, Fevereiro 3, 2012.

Flávio

Conversando aqui e acolá com conterrâneos sobre Minas, ouvi falar de sua cidade e da praça que você mantém nesse espaço de comunicação, no qual sou neófito. Por isso, serei breve em minha explanação.

Percebi que sua praça virtual recebe visitas de aproximadamente 20 pessoas por hora. Ou quase 500 visitas por dia. Um senhor muito simpático, de nome Afrânio, revelou-se verdadeiro amigo e esclareceu-me algumas características de sua cidade.

Inspirado que fiquei, resolvi readaptar uma poesia que escrevi no ano de 54 do século passado.

O melhor abraço e o voto do seu novo amigo

Carlos

QUADRILHA REFEITA

Flávio vigiava Dalton que vigiava Frederico
que vigiava Leidélia que vigiava Washington que vigiava Mário
que não vigiava ninguém.
Flávio foi para Brasília, Dalton para a Lapinha,
Frederico cansou do desastre, Leidélia ficou muda,
Washington endoidou e Mário foi embora com Rodrigo
que não tinha entrado na história.

Amaro Marques disse...

Existem belezas até nos desertos... ou planaltos.. rsrsrsrsr.

Blog do Flávio de Castro disse...

Ora vejam, Carlos Drummond redivivo. Que Deus o tenha. Cuide bem do Afrânio: você terá nele um bom amigo...

Luciana Thomsen disse...

O céu de Brasília é imenso e único entre as cidades brasileiras... Lembro-me que em 1993, quando saí de Brasília, onde morava desde os 2 meses, e fui morar em Belo Horizonte, uma angústia muito grande me apertava o peito diariamente. Percebia que essa sensação só diminuía quando, no horário do meu almoço, ia passear na Praça da Liberdade. Não entendia o porquê. Um dia tudo ficou muito claro: no meio dos edifícios altos e cinzentos de Belo Horizonte onde eu morava, trabalhava e estudava, era na Praça da Liberdade que eu conseguia ver o céu, como em Brasília... Percebi o quanto me fazia bem ver esse azul maravilhoso todos os dias, com tanta liberdade... Acho que é por essa necessidade de sensação de imensidão que resolvi morar em Sete Lagoas... Que continue assim...
Um abraço.